Recursos podem acabar em menos de um ano pela alta demanda do setor; juros definidos são altos em relação à Selic
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Plano Safra 2021 libera R$ 236,3 bilhões em crédito ao agronegócio

Data: 18-06-2020
Autoria: Redação Automotive Business
Fonte: Automotive Business

O governo federal lançou na quarta-feira o Plano Safra 2020/2021, liberando crédito de R$ 236,3 bilhões, volume apenas 4,7% mais alto que o liberado em 2019. O valor é baixo em razão da elevada demanda atual do setor agrícola, que prevê safra recorde de mais de 250 milhões de toneladas de grãos e movimenta o segmento de máquinas agrícolas e também a venda de caminhões extrapesados.

O dinheiro poderá acabar nos primeiros meses de 2021, a exemplo do que ocorre desde 2019. O novo Plano Safra prevê R$ 33 bilhões para os agricultores participantes do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Outros R$ 33 bilhões serão concedidos para médios agricultores (Pronamp). Demais produtores e cooperativas contarão com R$ 170,17 bilhões.

As taxas de juros definidas para o novo plano são elevadas quando se considera a Selic como referência, rebaixada ao menor nível da história pelo Banco Central a 2,25% ao ano na quarta-feira, 17. Os agricultores que se enquadram no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) terão taxas de juros entre 2,75% e 4% ao ano. Para pequenos (que estão fora do Pronaf) e médios, o índice é de 5% ao ano. Os demais terão juros de 6% ao ano.

Recursos podem acabar em menos de um ano pela alta demanda do setor; juros definidos são altos em relação à Selic X_noticia_31270[1]

Plano Safra 2021 libera R$ 236,3 bilhões em crédito ao agronegócio

Data: 18-06-2020Autoria: Redação Automotive BusinessFonte: Automotive Business

O governo federal lançou na quarta-feira o Plano Safra 2020/2021, liberando crédito de R$ 236,3 bilhões, volume apenas 4,7% mais alto que o liberado em 2019. O valor é baixo em razão da elevada demanda atual do setor agrícola, que prevê safra recorde de mais de 250 milhões de toneladas de grãos e movimenta o segmento de máquinas agrícolas e também a venda de caminhões extrapesados.

O dinheiro poderá acabar nos primeiros meses de 2021, a exemplo do que ocorre desde 2019. O novo Plano Safra prevê R$ 33 bilhões para os agricultores participantes do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Outros R$ 33 bilhões serão concedidos para médios agricultores (Pronamp). Demais produtores e cooperativas contarão com R$ 170,17 bilhões.

As taxas de juros definidas para o novo plano são elevadas quando se considera a Selic como referência, rebaixada ao menor nível da história pelo Banco Central a 2,25% ao ano na quarta-feira, 17. Os agricultores que se enquadram no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) terão taxas de juros entre 2,75% e 4% ao ano. Para pequenos (que estão fora do Pronaf) e médios, o índice é de 5% ao ano. Os demais terão juros de 6% ao ano.

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O governo federal lançou na quarta-feira o Plano Safra 2020/2021, liberando crédito de R$ 236,3 bilhões, volume apenas 4,7% mais alto que o liberado em 2019. O valor é baixo em razão da elevada demanda atual do setor agrícola, que prevê safra recorde de mais de 250 milhões de toneladas de grãos e movimenta o segmento de máquinas agrícolas e também a venda de caminhões extrapesados.

O dinheiro poderá acabar nos primeiros meses de 2021, a exemplo do que ocorre desde 2019. O novo Plano Safra prevê R$ 33 bilhões para os agricultores participantes do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Outros R$ 33 bilhões serão concedidos para médios agricultores (Pronamp). Demais produtores e cooperativas contarão com R$ 170,17 bilhões.

As taxas de juros definidas para o novo plano são elevadas quando se considera a Selic como referência, rebaixada ao menor nível da história pelo Banco Central a 2,25% ao ano na quarta-feira, 17. Os agricultores que se enquadram no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) terão taxas de juros entre 2,75% e 4% ao ano. Para pequenos (que estão fora do Pronaf) e médios, o índice é de 5% ao ano. Os demais terão juros de 6% ao ano.

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