Omnibox se torna opção de loja autônoma para empresas que buscam a omnicanalidade

O objetivo é facilitar o dia a dia do consumidor que adquiriu novos hábitos, está cada vez mais preocupado com a segurança dos produtos e sensível aos preços

Data: 24-07-2020
Fonte: Mercado & Consumo
Autor: Imprensa Mercado & Consumo

A pandemia causada pelo novo coronavírus acelerou a necessidade de demandas que já eram tendência de comportamento.  Já imaginou a possibilidade de entrar no mercado, escolher os produtos que precisa e ir embora sem precisar encarar a longa fila do caixa ou a demora com o dispositivo de pagamento? A OMNIBOX startup de varejo (retailtech) focada em varejo autônomo acaba de inaugurar sua primeira loja autônoma em um condomínio residencial de São Paulo. O sistema permite que os moradores façam compras de forma segura, dentro do próprio condomínio, com a liberação de acesso a loja e pagamento feitos pelo aplicativo.

Segundo pesquisa da Hibou – Monitoramento de Mercado e Consumo, antes da pandemia, 79% das pessoas já usavam algum aplicativo de delivery para compras rápidas ou comida pronta e 61% já tinham ouvido falar em lojas autônomas – sendo que praticidade (73%), economia em tempo (51%), disponibilidade 24 horas (49%) e ausência de contato humano (28%) estariam entre os motivos positivos de utilizar os serviços de uma loja autônoma. A mesma pesquisa perguntou ainda a intenção deste consumidor no pós-covid. Para 61%, é importante ter serviços ou comércio essenciais perto de casa após o confinamento para se deslocar menos. Outros 40% desejam uma rotina de compras mais prática e segura, 88% estarão mais atentos à higiene nos espaços de compras, 52% experimentariam uma degustação de loja autônoma em seu condomínio e para 38%, o celular vai continuar sendo o canal de compras.

A OMNIBOX é uma startup que nasceu há 18 meses, foi concebida e está incubada dentro dos ecossistemas da Gouvêa e da Bittencourt, formados por sócios com sólida expertise em varejo e franquias, como Marcos Gouvêa de Souza, diretor-geral da Gouvêa Ecosystem; Claudia Bittencourt, diretora-geral do Grupo BITTENCOURT e Marcos Hirai, head da OMNIBOX. A startup, que já conta com cinco contratos assinados, entre eles com a Dolce Frutti, que comercializa frutas, verduras e legumes frescos abastecidos diariamente, e pretende inaugurar 12 lojas autônomas até o final de 2020, e outras 300 nos próximos três anos em todo território nacional.

Um condomínio residencial em Osasco, município brasileiro localizado na Região Metropolitana de São Paulo, foi o primeiro a receber a loja autônoma, que mede 10m2, com previsão de funcionamento 24 horas por dia. “A oportunidade é essencial para o atual momento que todos foram obrigados a se adaptar. Vamos oferecer frutas, verduras, legumes frescos e itens de uma pequena mercearia para cerca de cinco mil moradores deste condomínio, que agora estão com opções reduzidas”, explica Hirai.

A OMNIBOX, considerada um novo um novo formato de varejo, não tem a pretensão de substituir uma loja física tradicional, mas sim oferecer comodidade por meio da hiperconveniência para usuários, em espaços com grande fluxo de pessoas. O objetivo é facilitar o dia a dia do consumidor que adquiriu novos hábitos, está cada vez mais preocupado com a segurança dos produtos e sensível aos preços.

Entre as vantagens desse moderno modelo de negócios, desenvolvido a partir de projeto próprio com tecnologia 100% nacional, estão: redução dos custos operacionais em relação às lojas tradicionais, segurança máxima de 24 horas por dia com alta tecnologia e equipamentos de última geração que garantem a integridade dos produtos, economia com a contratação de mão de obra com apenas um funcionário podendo monitorar até 20 equipamentos, tecnologia de prevenção de furtos de última geração baseada em inteligência artificial, gestão de estoque da loja feita 100% pelo aplicativo e o sistema plug and play, ou seja, todas as lojas necessitam apenas de uma tomada para serem instaladas.

Com modalidades de lojas indoor e outdoor, a Ominibox trabalha com 11 diferentes modelos e tamanhos (entre dispensers e módulos); multilocal, com instalações em condomínios residenciais e lojas em pontos comerciais diferenciados como: hotéis, condomínios de escritórios, escolas, estacionamentos, terminais modais, postos de gasolina, atrações turísticas e academias, por exemplo; E por ser uma plataforma white label, pode ser uma opção importante para indústrias e empresas de bem de consumo que desejam atender diretamente o consumidor final, já que o projeto prevê parcerias com marcas fortes de diversos segmentos, para vender produtos tão diversos como comida pronta, flores, moda, hortifruti, cosméticos, bebidas, mini mercado, produtos de limpeza, podendo inclusive servir de ponto físico para lojas de e-commerce, já que também podem receber lockers inteligentes entre outros.

De acordo com Marcos Hirai, a jornada de compra mudou, os consumidores estão expostos a novas experiências que passam a fazer parte de seus repertórios e costumes, principalmente agora que a conveniência será ainda mais essencial para o novo normal. “O natural sempre foi o consumidor ir até uma loja e hoje esta necessidade pode ser invertida: a loja ir até ele. Em parceria com grandes redes de varejo e empresas de bens de consumo, estamos criando a maior rede de lojas autônomas do Brasil, unindo o físico com o digital. E quem sabe, no futuro, uma área de conveniência totalmente autônoma”, explica o executivo.

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