Nestlé cria aplicativo para pequeno lojista que quer fazer vendas pela internet

Com o serviço, o lojista oferece uma espécie de mercado de bairro online para os consumidores, que podem passar a prestigiar os varejistas que já conhecem e nos quais sentem confiança

Data: 06-01-2021
Fonte: Mercado & Consumo
Autor: Imprensa Mercado & Consumo

A multinacional Nestlé criou um aplicativo para apoiar pequenos comerciantes que querem criar lojas online e vender pela internet. O “Mercado Até Você”, que não tem custo de entrada ou mensalidade, está disponível para varejistas de todo o País e foi desenvolvido pelo time de Transformação Digital da companhia após a identificação de uma série de dificuldades enfrentadas por estes lojistas.

Uma pesquisa divulgada em outubro passado pelo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) aponta que, entre os pequenos negócios no País, mais de 70% tiveram queda de faturamento em 2020. Para a Nestlé, a digitalização pode ajudar estes comerciantes – que não deixam de ser parceiros da marca – a manterem os negócios.

“Aplicamos o conhecimento que temos acumulado em transformação digital para desenvolver esta iniciativa com o objetivo de apoiar os pequenos varejistas, que fazem parte de uma rede de parceiros muito importantes para a Nestlé. Queremos dar todo suporte para uma operação que é nova para eles, ajudando nesta jornada de reconstrução que tem se revelado estratégica para a manutenção dos negócios”, afirma Carolina Sevciuc, diretora de Transformação Digital da multinacional.

Com o serviço, o lojista oferece uma espécie de mercado de bairro online para os consumidores, que podem passar a prestigiar os varejistas que já conhecem e nos quais sentem confiança, valorizando o comércio local, e promovendo geração de renda.

A loja é simples de ser criada. O próprio varejista define que tipo de produto quer vender online (não precisam ser itens da Nestlé), além de preço, horário e a forma de entrega para clientes que ficam a uma distância de 1 a 8 quilômetros da loja física. O dinheiro das vendas cai na conta do comerciante, que paga 3,9% sobre o que vender para a companhia.

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