Data: Autoria: Fonte: O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Bartolomeu Braz Pereira, destacou, em “live” promovida pela Datagro nesta terça-feira (28), que o agronegócio “não parou” com o novo coronavírus e que produtores brasileiros estão finalizando a colheita de soja e fazendo o manejo da safrinha de milho. Segundo ele, …

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Aprosoja: com queda do diesel, custo da operação e do frete diminuiu

Data: 30-04-2020
Autoria: Redação Estadão Conteúdo
Fonte: Estadão Conteúdo

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Bartolomeu Braz Pereira, destacou, em “live” promovida pela Datagro nesta terça-feira (28), que o agronegócio “não parou” com o novo coronavírus e que produtores brasileiros estão finalizando a colheita de soja e fazendo o manejo da safrinha de milho.

Segundo ele, a queda do preço do diesel, que chegou a 30% em algumas regiões, teve o efeito positivo de reduzir o custo da operação, já que o combustível é bastante usado em maquinário agrícola, e do frete.

Por outro lado, o dólar fortalecido ante o real eleva o preço dos fertilizantes, que são em grande parte importados. “A gente tenta equilibrar isso neste momento, aproveitando o dólar alto para fazer negócios. Temos buscado orientar produtores a travar negócios futuros, até para termos garantia de que teremos mercados e plantio da próxima safra”, disse.

Pereira ressaltou que o setor chegou a sofrer com o fechamento de lojas e agropecuárias em virtude de decretos estaduais de contenção ao coronavírus, mas que esses estabelecimentos já voltaram a funcionar.

Pereira destacou, entretanto, que há preocupação com o milho devido aos rumores de que empresas que processam o cereal estariam planejando paradas temporárias. “A soja é mais líquida, principalmente com a demanda mundial e a qualidade do nosso produto. Neste momento, estamos mais tranquilos com a soja, porque os mercados estão andando, mas o milho nos preocupa bastante.”

Segundo ele, é difícil estimar como ficará a demanda por etanol e proteína passada a crise do covid-19. “A gente não sabe o tamanho do desemprego que vai gerar, e o milho é muito dependente do mercado interno.”

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